sábado, 27 de junho de 2020

Os livros do primeiro semestre de 2020

O que li no primeiro semestre deste ano maldito, por ordem de preferência:

1 Adeus as Armas - Ernest Hemingway: precisa como um relógio, econômica, assim é a prosa de Hemingway. Nota 9;

2 O Fim da Eternidade - Isaac Asimov: plot twists de derreter o cérebro neste clássico sobre viagens no tempo. Nota 9;

3 O Irlândes - Charles Brandt: décadas de conexões entre crime organizado, política e sindicatos, pelos olhos de um assassino profissional da máfia. Nota 9;

4 The Dirt - Neil Strauss: biografia oral da banda mais infame do mundo, Motley Crue. Nota 9;

5 Ficções - Jorge Luis Borges: coletânea de contos do escritor argentino, ora hermético, ora genial. Nota 8;

6 Factótum - Bukowski: desventuras de Chinaski, alter ego do escritor, em sua incansável busca por mulheres, bebidas e jogos de azar. Nota 8;

7 Crônica de uma Morte Anunciada - Gabriel García Márquez: amargo painel dos grotões mais atrasados da Colômbia de meados do século 20. Nota 8;

8 Terra Sonâmbula - Mia Couto: duas histórias paralelas tendo como cenário a guerra civil africana. Nota 8;

9 O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams: mix de comédia e sci-fi que narra o início forçado das aventuras espaciais de Arthur Dent. Nota 7;

10 Lúcia McCartney - Rubem Fonseca: livro de contos que vai do brilhante ao chato, passando pelo experimental. Nota 6;

11 O Livro das Ilusões - Paul Auster: tediosa e inverossímil história sobre dois personagens conectados por tragédias pessoais. Mancada do Auster. Nota 4.